O TradingView é uma plataforma de gráficos acessível por navegador e aplicativos, com indicadores da comunidade, alertas, scripts e recursos sociais. Popularidade e disponibilidade de dados variam por mercado e plano.
Para o trader brasileiro de futuros, o papel dele costuma ser complementar: análise, estudo, alertas e acompanhamento de ativos internacionais. A execução em WIN e WDO acontece no Profit, que é a plataforma integrada à Arena.
Fortes:
Limitações:
Um trader da Arena usa os dois em papéis separados, e a divisão funciona.
Na noite anterior, ele abre o TradingView e faz o dever de casa: marca no WIN a máxima e a mínima do dia, traça a linha de tendência da semana e configura três alertas — um no rompimento da linha, um na máxima anterior e um na mínima. Confere o S&P e o dólar para saber com que humor o mercado externo abre.
No dia seguinte, ele não fica olhando gráfico. O celular avisa quando o preço chega em algum dos três níveis. Aí ele vai para o Profit, onde está a conta do torneio, confere o contexto e opera.
O erro que ele cometeu no primeiro mês: os alertas do TradingView estavam com sinal atrasado do plano gratuito. O alerta de rompimento chegava com o preço já 40 pontos além do nível — ele entrava sempre atrasado e o stop, calculado a partir do nível original, ficava apertado demais. Três operações perdidas até perceber que o problema não era o setup: era a fonte de dados.